Sempre que vejo repórteres ou apresentadores de programas humorísticos, como o Casseta&Planeta, o CQC ou o Pânico na TV, entrevistado deputados ou senadores nos corredores do Congresso Nacional percebo como algumas pessoas, mesmo exercendo funções públicas da mais alta responsabilidade, não têm o senso de ridiculo e se prestam, em nome de alguns minutos, às vezes, segundos de aparição na telinha, a se desmoralizar e servir de chacota. Alguns revelam toda sua ignorância, como ocorreu recentemente com dois deputados baianos não souberam responder a perguntas de nível primário ao “repórter” do CQC.
Na semana passada foi a vez de senadores se renderem aos encantos da modelo e ex-BBB Sabrina Sato, colocando-se à disposição para cenas caricatas e que fizeram o público do Pânico na TV rir muito. Como o objetivo era falar de Olimpíadas, a modelo os fez simular a prática de esportes como tenis de mesa, natação e até corrida, em meio a muitas risadas.
Mas o suprassumo aconteceu com o senador Eduardo Suplicy (PT-SP), que, além de correr pelo corredor, na semana passada, com a bela, aceitou, esta semana, vestir uma sunga vermelha, por cima das calças do seu terno, porque o objetivo era fazer uma brincadeira com os super-heróis no Congresso. Uma triste e melancólica figura, apesar das gargalhadas que a cena provocou.
É certo que uma figura pública não precisa ser enfezada, mas não pode se tornar, por vontade própria, objeto de chacota.
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Eu vi, pelo amor e Deus! eles não respondem piadas inteligentes do Danilo e vão se esfregar na cara da sabrina!
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